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Líder, a mudança que você quer está na decisão que você não toma

Colunista: Jorge Oliveira

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Uma crise é uma mudança brusca ou uma alteração no desenvolvimento de um evento ou acontecimento; podemos aceitar, também, como conceito, uma situação complicada ou de escassez que altera uma rotina. O fato é que estamos sujeitos a ter que lidar com uma situação de crise a qualquer momento e por diversas vezes.

A reflexão que propomos aqui é: o que fazer quando uma crise se instala no ambiente de trabalho e eu sou o líder?

Uma vez que ela (a crise) vem à tona, o primeiro cuidado que devemos ter, enquanto líderes, é não entrar em crise por causa da crise.

Vamos explicar!

Quando você está em uma posição de liderança, há todo um time esperando de você, uma atitude, uma decisão e se possível, uma solução. É nesta hora que se faz necessário buscar, na Inteligência Emocional, as competências necessárias para que, de forma equilibrada (emocionalmente falando), possamos dar as esperadas respostas. Este equilíbrio também pode emanar daquele pensamento que nossos pais já divulgavam: não há mal que dure para sempre e nem o bem que nunca se acabe.

O segredo é estar preparado! Mas como se preparar?

Usando outro ditado antigo – é melhor prevenir do que remediar – fica como sugestão estar sempre atento aos cenários atuais e futuros. Um exemplo é quando, por algum motivo, há uma recessão econômica ainda que temporária, mas que poderá causar, mais à frente, impacto na retenção de alunos e cancelamento de contratos; isto fatalmente poderá tornar-se uma crise econômica com desdobramentos desconfortáveis (demissões, fechamento de unidades, falência etc). Vide o que presenciamos no período pandêmico da COVID.

Se a prevenção não foi suficiente e a crise surgiu, é necessário, antes de mais nada, elucidar qual a causa dela. E os motivos podem ser os mais diversos: os conflitos de interesses, a não adaptação à cultura organizacional, os processos mal definidos e, principalmente, os ruídos de comunicação entre gestores e funcionários, funcionários com funcionários e funcionários com clientes, aparecem no topo da lista dos fatores motivantes do cenário de crise.

É nesta hora que se espera de um Líder, atitude acima de tudo!

Agir com transparência, usar o canal de comunicação mais adequado e não postergar uma decisão são as primeiras ações em um gerenciamento de crise. Soma-se a isto, o respeito e a empatia para com os envolvidos, uma vez que cada pessoa carrega uma história que precisa ser respeitada.

Acredito que assim é possível trilhar um caminho na gestão de uma crise, no intuito de que os conflitos não se tornem confrontos e, que os desconfortos não se tornem doenças.

Para refletir…

“Na adversidade, uns desistem enquanto outros batem recordes.”  Ayrton Senna

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